A Estória da Ana e o Pássaro

A Estória da Ana e o Pássaro

 

Para explicar a mudança vibracional que se está a experimentar deixo-vos um conto de Ana e o Pássaro. Fiquem confortáveis enquanto leem esta estória.

 

Em seu quarto, justo antes do amanhecer, tudo o que se podia escutar eram os soluços de uma alma muito infeliz. Ana era uma menina Índigo de doze anos que estava muito preocupada com sua vida no Tabuleiro de Jogo do Livre-arbítrio. Tinha muito poucos amigos e lhe custava relacionar-se com outros na sala de aulas da escola. Seus professores a consideravam uma criança problema. Ela sempre se sentia como uma estranha olhando de fora. Era muito difícil para a Ana relacionar-se com sua mãe e brigavam com frequência. Apesar de que Ana tinha a sensação interna de saber, ela se sentia abatida e já quase tinha abandonado toda esperança. Aos doze anos, Ana desejava retornar ao Lar.

 

Ao sentir sua confusão, o Espírito lhe falou diretamente: “Ana, pode partir se o desejar, mas primeiro deve sair ao jardim e estender seu dedo frente a ti”. Ana ficou atônita de que o Espírito lhe falasse tão diretamente porque isto nunca antes tinha acontecido. Depois de refletir sobre o que o Espírito lhe havia dito, ela não compreendia como isto poderia ajudá-la, entretanto decidiu fazer o intento. Saiu à frescura matinal, o sol logo que começava a sair e no céu havia uma espécie de tintura vermelho azulado que cobria tudo. Olhou a seu redor para assegurar-se de que ninguém a observava, fechou seus olhos e estendeu seu dedo frente a ela, como lhe havia dito o Espírito. Instantes depois sentiu um comichão em seu dedo e abriu os olhos. Viu um pequeno pássaro marrom posado em seu dedo estendido. “Olá querida” disse o pássaro. Os olhos da Ana imediatamente se encheram de lágrimas porque começou a recordar o Lar, quase esquecido, que retornava inundando-a novamente com a lembrança.

 

Enxugou as lágrimas de seus olhos e olhou a seu redor para ver se alguém a estava olhando. Estava sonhando ou isto era real? Na verdade o pássaro falava? Justo então o pássaro lhe falou novamente: “Ana, estou aqui para te ajudar a re-conhecer, porque está aqui com um propósito e se você partir agora, seu propósito ficará sem se cumprir”. Lágrimas de alegria apareceram nos olhos da Ana, porque pela primeira vez, sentiu um brilho de esperança. Inclusive o débil conhecimento de que tinha um propósito, ajudou a Ana. O ar do jardim se encheu de magia quando o pássaro começou um diálogo com Ana que durou mais de uma hora. A maior parte do tempo Ana não fez senão chorar, porque tinha que liberar muitas coisas. Então, Ana escutou os ruídos que produzia sua mãe na cozinha ao começar o dia. Ana temeu que seu tempo com o pássaro mágico estivesse a ponto de terminar. “Não tema Ana, falaremos novamente. Sempre estarei aqui para ti. Não tem mais do que vir ao jardim e estender seu dedo e eu te responderei.”’

 

Esse dia no colégio, os professores não podiam compreender por que Ana passou chorando todo o tempo. Pensaram que algo andava mal, mas Ana sabia que agora tudo estava bem. Houve instantes em que ela duvidou que isto tivesse acontecido. Acaso ela estaria inventando isso? Compreendeu inclusive que se o pássaro era produto de sua imaginação, não havia diferença. Os sentimentos do Lar que o pássaro lhe transmitiu a fizeram sentir-se completa e ela não estava disposta a renunciar a eles.

 

A partir desse dia, cada manhã, Ana se levantava antes do amanhecer, saía ao jardim e falava com o pássaro. Falaram de muitas coisas e o pássaro deu a Ana as lições de vida que devia completar. Ana cumpria estas lições alegremente, inclusive quando algumas delas implicavam mudar coisas difíceis dentro de si mesmo. O pássaro re-lembrava isso constantemente, que ela tinha o poder de mudar sua realidade por meio de suas escolhas. Este pequeno pássaro trouxe magia a esta jovem menina chamada Ana. Os dias passaram e logo a vida da Ana começou a mudar. Na escola, Ana encontrou amigos que a admiravam e a respeitavam. Seus professores mudaram magicamente e se tornaram seus amigos. Inclusive sua mãe e ela começaram a se entender e a se comunicar pela primeira vez. A vida da Ana tinha sentido.

 

Uma manhã, Ana começou a olhar para trás e compreendeu o quão longe que tinha chegado em tão curto tempo. Em apenas uns poucos meses, Ana tinha avançado mais para alcançar a felicidade que do que tinha podido fazer nos doze anos anteriores. Ao compreender isto, deu graças ao pássaro pelo dom da magia que lhe tinha dado O pássaro lhe respondeu: “Querida, não posso te dar aquilo que já possui. Meu trabalho foi ser o espelho para que pudesse ver seu eu verdadeiro e re-conhecer seu poder. Por favor, nunca perca de vista o fato de que o poder de mudar não está fora, a não ser dentro de você. Você escolheu exercer este poder e, portanto, mudou a sua própria realidade”.

 

O mais importante na vida da Ana, foram os instantes que, cada manhã, compartilhava com o pássaro e que lhe faziam recordar seu verdadeiro poder. O amor que sentia por esta formosa e singela criatura era assustador. Com chuva ou com sol, Ana passava cada manhã nesse jardim afinando o tom de seu dia com o professor que tinha aprendido a amar tanto. A vida de Ana era boa…

 

Uma manhã, Ana despertou mais cedo do que de costume. Sentiu uma mudança na energia, mas não estava segura do que acontecia. Re-lembrou o que o pássaro havia lhe dito sobre as elevações de energia e que esse era o modo em que os humanos evoluíam. Re-lembrou que o pássaro havia lhe dito que a mudança era uma parte necessária do progresso espiritual, porque sem mudança, todos morrem com o tempo. De fato, é a mudança que cria a magia que procuramos. Estes pensamentos rondavam sua cabeça e com cuidado preparou as perguntas que faria ao pássaro durante o tempo mágico que compartilhariam essa manhã. Quando chegou o momento, Ana entrou em jardim cheia de esperança e estendeu seu dedo. Essa manhã o pássaro não apareceu.

 

Com a ajuda do pássaro, Ana tinha aprendido a confiar em seus sentimentos internos em vez de em seus pensamentos. Era o momento perfeito para utilizar estes dons e, de algum jeito, soube no interior de seu ser, que seu querido companheiro se encontrava bem. Soube também, no fundo de seu coração, que ela estaria bem e que nada mau tinha ocorrido. Entretanto, sentia saudades do seu amigo o pássaro e dos momentos especiais que tinham compartilhado. Ana recordou todas as coisas que o pássaro havia lhe dito e como as tinha empregado em sua vida. Sentiu-se confusa, porque uma das primeiras coisas que o pássaro havia lhe dito foi de que nunca a abandonaria. Permaneceu essa manhã sozinha no jardim até que o sol saiu. Ana inclusive tentou falar com pássaro, imaginando que estava ali. Podia sentir inclusive a coceirinha do pássaro pousado em seu dedo. Ana descobriu que para cada pergunta que fazia ao seu amigo imaginário, ela já sabia a resposta.

 

Cumpria com seu ritual de sair ao jardim e estender seu dedo frente a ela. Pela primeira vez em longo tempo, Ana derramou lágrimas de tristeza. Durante as semanas seguintes, Ana continuou saindo ao jardim a cada manhã e pensou no seu amigo. O dedo da Ana nunca mais sustentou o pássaro.

 

À medida que passou o tempo, Ana desempenhou um importante papel em sua escola. Os professores compreenderam finalmente que Ana não era uma menina problema, mas sim, que outros iguais a ela, estavam muito além do que a escola lhes ensinava. Ana os ajudou a melhorar a maneira em que eles focalizavam o ensino. Ajudou o pessoal a adaptar seu pensamento para dar capacidade às novas crianças que estão chegando. O dia em que Ana se graduou foi um dia muito especial. Houve um tempo que ela não podia imaginar isto e queria partir. Agora, sabia que tinha desempenhado um papel muito importante. Tinha contribuído da sua pequena maneira à toda a humanidade e tinha ajudado a estabelecer a energia para tudo o que viria.

 

Ana cresceu em estatura e em idade. Ana se converteu em uma grande curadora e ajudou a milhares de pessoas a tomar seu próprio poder e a trocar sua realidade. Ana usava o que seu coração lhe ditava para guiá-los. Ao assumir seu poder, Ana descobriu que as respostas lhe chegavam no instante em que formulava a pergunta. Isto era distinto, porque a direção parecia vir do seu interior em vez de uma fonte externa. Nunca esqueceu o que o pássaro tinha lhe ensinado. Com freqüência pensava em seu amigo mais querido e se rodeou de toda classe de pássaros. Construiu um santuário para pássaros em sua terra e o visitava freqüentemente. O pássaro chegou a ser o símbolo pessoal da Ana e as imagens de pássaros enfeitavam todas os cômodos de sua casa. Tinha tantos pássaros que seus amigos a chamavam a dama dos pássaros. Ana aceitou o título com grande orgulho. Ana foi tocada e nunca esqueceu isto. Ela escolheu levar o dom da sabedoria do pássaro em tudo o que fazia. Ana caminhava com o Espírito.

 

Anos depois, Ana estava cuidando de seu neto. Este menino era muito especial para a Ana e tinham uma conexão que ia muito além desta vida. O dia que ele nasceu, ela soube que tinham um contrato. Ela simplesmente permanecia à espera. Billy era um menino de sete anos com brilhantes olhos que olhavam sem temor na profundidade da alma da Ana. Recordava-lhe o importante papel que ela tinha desempenhado no projeto do novo sistema escolar. Ele ingressaria agora naquilo que ela tinha aberto. Nesse instante Ana sentiu-se muito agradecida por haver ficado. Um bom dia, este jovenzinho especial estava de visita na casa de sua avó. Com curiosidade, examinava as muitas estátuas de pássaros que Ana tinha em sua casa. Sua atenção se centrou na estátua de um pequeno pássaro marrom. Ana notou que seu neto olhava a pequena estátua com grande atenção e soube em seu coração que algo maravilhoso estava por acontecer. Conteve seu fôlego ante a expectativa à medida que seu neto de sete anos se virava para ela e lhe dizia: “Sabe Avozinha?… este pássaro se parece com o pássaro que está sempre em seu ombro”.

 

As palavras de seu neto a golpearam com uma força que a encheu de amor. Repentinamente, todas as perguntas da Ana foram respondidas, à medida que as peças do quebra-cabeças se encaixavam em seu lugar. Recordou o dia que o pássaro não se apresentou e agora compreendeu que tinha passado a um nível de vibração o suficientemente alto como para que o pássaro pousasse em seu ombro em vez de no seu dedo. Ana tinha se acostumado tanto a procurar o pássaro em seu dedo que não soube que o pássaro estava agora muito mais perto e de que lhe sussurrava diretamente no ouvido. Nesse instante foi cumprido o contrato da Ana com seu neto. Pela primeira vez em sua vida, o que ela sabia em sua mente coincidia com o que sabia em seu coração e sua vida estava completa.

 

Lágrimas de alegria voltaram depois de todos estes anos, porque o longo silencio foi quebrado. O pequeno pássaro marrom da infância de Ana voltou a lhe falar. “Sim, minha querida Ana, disse a você que nunca te abandonaria e assim foi. Estou tão orgulhoso de você porque o dia em que eu pousei em seu ombro, em vez do em seu dedo, enfrentou uma escolha. Poderia ter permanecido para sempre prestando atenção ao seu dedo, esperando pela direção que estava acostumada a receber do exterior. Entretanto, decidiu avançar e seguir caminhando com o conhecimento que tinha por si mesma. Esta é a integração do Espírito e a abertura ao seu eu superior. Não está separada do Espírito, como seus olhos humanos poderiam te fazer acreditar. Sua não está separada de mim, porque somos um. Caminha no mundano com o Espírito sobre seu ombro e se atreva a criar a magia que busca. Você, querida Ana, tem feito isto bem. Completou seu propósito mais elevado ao aprender a caminhar com o Espírito”. Ao escutar isto, Ana se sentiu completa. E assim é… .

 

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Nobreza de Espirito

 

O que é ser Nobre de Espirito

Um espirito Nobre é o que se permite à elevação na gentileza. Tem conhecimento espiritual e da vida. Vive em Consciência, segue a Intuição e a Cortesia. 

Um Espirito Nobre é um espirito Motivado, Eegante, Delicado e Inteligente.

A Nobreza de Espirito,  é saber agir em circunstancia, por mais difícil que seja o desafio, é saber dizer o que deve dizer, sem culpas e sem vitimizações.

 

Sente, Pensa e Comporta-se de forma ecologia – vive em beneficio de si mesmo e dos outros.

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Internet

 

 

Um espírito nobre engrandece o mais pequeno homem.

(Jebodiah Springfield)

 “torre de belem” vista de cima. Lisboa linda! 

#lisboa

Vitória de Gaia.. DIVINO!

Gratitude! Gratidão! 

Vida sem Mi Mi Mi

 

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Gosto de gente a sério.. de conversas a sério… de histórias a sério… da vida vivida sem seriedade, sério! 🙂

Caminho da Alma

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– Tarot de Orientação Espiritual;

– Terapias Energéticas;

– Mesa Radiónica.

 

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Se não te fazia bem, porque te faz falta?

O diamante


O Hindu chegou aos arredores de certa aldeia e aí sentou-se para dormir debaixo de uma árvore. Chega correndo, então, um habitante daquela aldeia e diz, quase sem fôlego: 
– Aquela pedra! Eu quero aquela pedra. 
– Mas que pedra? Pergunta-lhe o Hindu. 
– Ontem à noite, eu vi meu Senhor Shiva e, num sonho, ele disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol; aí devia estar o Hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa que me faria rico para sempre. 
Então, o Hindu mexeu na sua trouxa e tirou a pedra e foi dizendo: 
– Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a num trilho da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la! E assim falando, ofereceu-lhe a pedra. 
O homem olhou maravilhado para a pedra. Era um diamante e, talvez, o maior jamais visto no mundo. 
Pegou o diamante e foi-se embora. Mas, quando veio a noite, ele virava de um lado para o outro em sua cama sem conseguir dormir. Então, rompendo o dia, foi ver novamente o Hindu e o despertou dizendo: 
– Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de um diamante tão grande assim tão facilmente! 

 

Autor desconhecido ou ignorado

Preciosa Colaboração de Gloria Oyama

Bom dia, excelente fim de semana


Ahah é esse amor é todo teu!  Não cries distanciamento por questões mais pequenas que o tamanho desse amor 😍

Pelo direito a não ter carreira alguma | OUTRAS PALAVRAS

http://outraspalavras.net/destaques/pelo-direito-a-nao-ter-carreira-alguma/