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Na tradição hindu, Shiva é o destruidor. Na verdade, ele destrói para construir algo novo. Assim, prefiro chamá-lo de “renovador” ou “transformador”. Suas primeiras representações surgiram no neolítico (4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais. A criação do Yoga é atribuída a ele. O Yoga é uma prática que produz transformação física, mental e emocional. Portanto, está intimamente ligado ao deus da transformação. Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o pacífico (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambho).

Shiva é um personagem no qual as contradições são aceitas como um fato inevitável. É por meio das contradições que se aplica a dinâmica da criação da vida, pela união perfeita dos opostos bem como pela utilização heurística dos paradoxos para resolver todos os impasses que atormentam o indivíduo dentro da sua comunidade. Um seguidor de Shiva jamais busca sua força em convenções sociais, mas apenas nos atributos naturais da sua força interior.

Fonte: Yôga com Cristiane Marques
Imagem: Autor desconhecido

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