DENTRO DE SI MESMO

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Luiz Soares das Terras Nordestinas.

O ser humano é um deus inserido no próprio DEUS que habita dentro de cada um de nós.

Um dos maiores paradigmas para mim e mistério para muitos seria entender sob a ótica do ilimitado, a relação do EU SOU com o Criador. Santo Agostinho no meu entender foi um dos muitos pensadores que tentou e recebeu uma das maiores lições, ao querer decifrar o mistério da Santíssima Trindade – É mais fácil colocar o oceano na palma da mão do que entender o ilimitado, dentro da limitação a que o homem se postou!

A nossa capacidade para tentar ultrapassar o limite que nos foi supostamente estabelecido, gerando comportamentos muita vezes egoísta, está presa, arraigada, vinculada, sedimentada, a um conceito que nos limita dentro da infinitude do Cosmo. Acredito ser a materialidade a grande responsável por tal situação.

Estamos e continuamos infelizmente sitiados dentro de uma grande e intransponível fronteira. Agimos dentro de um espaço limitado pelo tempo. Seria comparativamente voltar à época dos grandes descobrimentos marítimos, quando muitos e coletivamente imaginava que ao final da linha do horizonte havia um grande precipício.

A coragem de vencer o medo do desconhecido levou a nossa civilização a um entendimento bem maior do que aquilo que era tido como verdade. O homem da atualidade já tem uma ínfima ideia da plenitude do universo, ao ter obtido a consciência de que o planeta é uma grande nave a se movimentar em torno do sol, que por vez vaga solenemente entre tantos outros sistemas que formam o ilimitado do cosmo. A ida a lua e a existência das Estações Orbitais ainda são para muitos um sonho apocalíptico.

As citações e exemplos podem ser imaginados materialmente falando. É verdade. Mas, se deixarmos a materialidade e nos embrenharmos na energia da espiritualidade; ai, a coisa pega, como diz sabiamente o matuto. É preciso muita calma e meditação nessa hora, para que se promova a libertação total e plena, da consagração que nos coloca dentro da energia radiante. O Cristo pode muito bem representar essa transição, quando após a sua “morte” renasceu glorioso.

– Os humanos raramente gostam de mudança, é algo que deixa aqueles de nós nos reinos superiores bastante perplexos, pois o universo está sempre mudando: ele está sempre se alterando para refletir de volta tudo com o que vocês estão ressoando.

O medo de se transportar. O medo de se imaginar dentro de um processo de mudança, de ordem pessoal ou até mesmo coletivamente é bem maior do que imagina a nossa suposta forma de pensar e se comportar dentro do ilimitado.

– Apesar de que da nossa perspectiva seu mundo está se transformando num piscar de olhos, para muitos de vocês que ainda estão experimentando uma forma de tempo linear parecerá mais como uma rápida progressão do que uma “mudança do dia para a noite”.

O desafio de eliminar a fronteira onde nos colocamos por formação, influencia ou por decisão própria, será o passaporte para uma grande viagem, com o nome de Ascensão que já estamos empreendendo; e, assim, somente assim haveremos de descobrir o DEUS maior que habita dentro de um deus menor. Acabemos com as reticências, com todos os tipos de subserviência, com a dependência que limita a nossa capacidade de sair e se encontrar com o ilimitado que é, e está dentro de cada um de nós.

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