Portugal: a coragem de assumir que governantes e povo estão a “zeros” em responsabilidade e lucidez evolutiva.

ng1265343Falta uma liderança mais ativa em Portugal, critica o filósofo e pensador José Gil, certo de que é preciso alguém capaz de “propor ideias” e “criar entusiasmo”.

Para o filósofo português José Gil, Portugal precisa de “pensar numa nova teoria do poder, uma nova organização que repense a democracia”.

Esta teoria deve ser assente numa base mais ativa, dado que no país não existe atualmente essa vocação. “Pensamos, ponderamos, voltamos a pensar e não saímos da não ação”, afirma, criticando também o facto de as elites terem “falhado em Portugal”.

“Cresci na ideia de que o território político deveria ser ocupado pelos melhores, pelas elites”, afirma ao jornal i, referindo que o problema das elites é “a enorme promiscuidade que existe entre a política e os outros domínios da inteligência e do saber”.

Ressalva, ainda, que os nossos políticos não pertencem à elite e que “são homens normais”. Exemplo disso…

Ver o post original 76 mais palavras

Anúncios